sábado, 29 de março de 2008

Aqueles tais de Lançamentos

Lembra que eu havia alertado sobre a existência infinda dos filmes a respeito das tramóias correntes no Iraque e seus arredores? Pois bem, mais um. E esse eu já tinha até inserido comentário sobre no post anterior. Trata-se de O Reino (2007) dirigido por Peter Berg que não tinha feito nada expressivo antes deste filme – nem suas atuações perdidas em filmes diversos – e que finaliza recentemente Hancock o novo filme de Will Smith (que Deus tenha piedade de não traduzirem como “Meu Super Ex-Namorado”).
O roteiro de Matthew Carnahan, que como dito roteirizou também Leões e Cordeiros (2007), apela mais uma vez pro didatismo do conflito em voga. A diferença neste filme é que todo o plano altamente político-engajado é disfarce grosso para um filme que em suma é ação pura. A abertura inicial do filme é cansativa, assim como todos os momentos em que um dos personagens resolve ser a consciência discursiva dos entraves mil entre E.U.A e Iraque. Quando o filme desiste de tentar desmantelar o élan da coisa, ele assume seu lado “corre-corre” com cenas explosivas e todos os que tais do gênero aventuresco. Pra quem prefere (no fundo nem sabe se gosta) de películas assim é um prato cheio acompanhado com borda política.
Juntamente com as explosões iraquianas de O Reino, chega às lojas o primeiro “astro” dos filmes cotados para o último Oscar. Conduta de Risco (2007), escrito e dirigido por Tony Gilroy (roteirista da trilogia Bourne e de O Advogado do Diabo [1997]), é encabeçado pelo poderoso George Clooney, que além de galã, é engajado politicamente, escreve, dirige e atua bem. Seu nome é marca de sucesso na mercadologia de Hollywood e acresce status em tudo que está presente. Seu segundo filme como diretor, Boa Noite, Boa Sorte de 2005, completamente filmado em preto e branco, remontava à caça as bruxas comunistas do senador Joseph McCarthy. Instigante e preciso o filme foi indicado pra seis estatuetas incluindo filme e diretor. Embora Clooney realmente exalasse potencial artístico e genuíno dentro de uma indústria fadada a lugares comuns, naquele tempo já se apresentava uma posição demasiadamente exaltiva ao trabalho do ator-cineasta. Tal exacerbação pode ser comprovada com o seu recente trabalho. Mesmo que em Conduta de Risco, Clooney apenas atue (e bem – ponto), seu “toque de Midas” fez o filme emergir como um dos thrillers dramáticos de micro-política, mais bem realizados nos últimos tempos. O que não é! O filme embora conte com um roteiro eficaz e atuações fortes (Tilda Swinton levou a estatueta este ano como atriz Coadjuvante e Tom Wilkinson foi ainda mais merecidamente indicado, embora não tenha levado) é prático demais na direção. Existe certa economia nas cenas e pouca ousadia. Tal estaticidade perante o sagaz roteiro (problema interno do diretor-roteirista, que deve ter ficado muito mais “apegado” ao roteiro esquecendo de unir o ritmo do filme) não justifica as indicações que o filme recebeu para diretor e filme. Ficamos gratos que a megalomania com a presença de George Clooney tenha ficado por aí, pois acredite, dois dias depois de assistido, nada perdura.
Pretensões à parte, unem-se aos dois citados acima a comédia romântica Penélope (2006). Película independente, recheada de novos astros como Christina Ricci (a esquisitinha de A Família Adams [1991] e a “boazuda” do bem mais recente Entre o Céu e o Inferno [2006]), James McAvoy (astro em ascensão que figurou em películas como O Último Rei da Escócia [2006] e do injustiçado Desejo e Reparação [2007], filme indicado ao Oscar de melhor filme este ano) e – em rápida participação – Reese Whiterspoon, a “namoradinha” norte americana, vencedora da cobiçada estatueta da Academia em 2006 por Johnny e June (2005). O filme conta a inusitada história de uma garota herdeira de uma maldição familiar que a fez nascer com traços suínos. A mãe super protetora e neurótica esconde a filha do mundo anunciando sua morte e a mantém trancafiada em casa. Na adolescência a menina se expõe, e a mãe, para contornar anos de mentira, resolve arranjar lhe um pretendente a força; o problema é que todos fogem. Até que um deles, pouco envolvido com a história de fato, encanta-se com Penélope e a azarada moça decide se desprender dos grilhões familiares. O mote é básico, porém o que cativa no filme (além de uma fotografia muito bonita – que se encaixa perfeitamente, trazendo elementos góticos ao fantástico da história) são as construções dos personagens e suas relações. Embora seja praticamente um conto de fadas, as pessoas são reais, suas dificuldades e seus dilemas são plausíveis e seus relacionamentos francos. Fora que, a cereja do bolo do roteiro não está em tentar moralizar a platéia sobre as possibilidades discriminatórias de uma garota estranha, mas sim sobre o abuso negativo da imagem e das pessoas pelo circo midiático.
Gostaram? Não!? Problema de vocês... Eu gostei e todos deveriam fazer o mesmo. Grato.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Noite das Brincadeiras Mortais (April Fool's Day) [2008]


Vou confessar, sou fã dos filmes de terror da decada de 80... me deliciava com brinquedo assassino, O dia dos namorados macabro, o duende, entre outros.... naquela epoca toda data tinha um filme de terror (ate o dia da arvore, acreditem). Era uma epoca que o filme sempre tinha o mesmo plot: varios amigos, um assassino entre eles, um motivo imbecil. Mas pelo menos eram divertidos e as mortes legais. ai chegou os anos 2000... a nova era.... uma otima oportunidade de fazer filmes novos, abusando dos efeitos e das maquiagens hiper realistas???? Nesse caso não. essa versao moderna do filme é horrivel com um roteiro totalmente obvio, corrigindo, mais obvio do que era na decada de 80, sem sustos ou qualquer outra coisa que valha a pena perder meu santo tempo.... nem nudes gratuita, uma obrigação na saudosa decada de 80 tem!!!! terrivel, ttao terrive3l que nem vou me dar o trabalho de postar o link pra vcs assistirem... na verdade vou falar o final!!! estão prontos? todas as mortes sao de mentira!!!! heeeeeeee..... lindo.

Os Novos Velhos Lançamentos

Embora a promessa tenha sido de que na sexta os comentários acerca dos lançamentos seriam feitos, venho hoje cansado e atrasado tentar retratar minha falta (embora eu não esteja tão preocupado assim).
Novamente, o post será feito com acúmulo de informações inúteis (mas eu gosto), eu não vi dois dos três filmes citados – isso é que é classe! – e só vim porque eu gosto muito de um dos filmes... Satisfeitos? Não!? Nem eu...
Da última leva faltou comentar Santos e Demônios (2007) do diretor estreante Dito Montiel, que traduz para a película sua autobiografia. No elenco se misturam nomes de boas gerações antigas como Robert Downey Jr. (em ótima fase) e Dianne Wiest (mais lembrada como a benevolente vendedora da Avon em Edward Mãos de Tesoura [1990]; embora tenha feito o “clássico” dançante Footlose [1984]), com promissores astros contemporâneos como Shia Labeouf (o mais novo queridinho de Hollywood), Rosario Dawson (que esteve, entre outros filmes, em Sin City [2005] e O Balconista 2 [2006]) e menos badalado Channing Tatum que fez – pois é – Ela Dança, Eu Danço (2006). O filme, segundo consta, tem como mérito justamente a naturalidade das situações e atuações, contando uma história um tanto batida, um menino que cresceu em bairro pobre e deu certo na vida, de modo franco e conectado as mudanças deste mundo caótico atual.
Ao alcance das mãos de cinéfilos sedentos está também No Vale das Sombras (2007) do oscarizado e roteirista do momento Paul Haggis. Quem não lembra Haggis foi o escritor do filme premiado Crash – No Limite (2005) e do roteiro indicado pela academia ano passado de Cartas de Iwo Jima (2006), do diretor Clint Eastwood. Se já não bastasse tal apresentação de prêmios, o filme ainda conta com a protagonização de três figuras presentes – e ganhadoras – da estatueta mais cobiçada: Tommy Lee Jones (que venceu por O Fugitivo [1993] e foi indicado este ano justamente por este filme), Susan Sarandon que embora não compareça a festa (nem é convidada) há algum tempo devido a algumas desavenças políticas, já ganhou o Oscar pelo ótimo Os Últimos Passos de Um Homem (1995) e Charlize Theron que venceu recentemente por Monster – Desejo Assassino (2003).
O filme tem em voga o mais badalado assunto do momento. Adivinhe qual é?? A guerra no Iraque! (Como todos responderam certo, ninguém ganha nada...). A história é permeada por uma família a qual o filho some quando retornava do combate. Se você acha que já ouviu e viu história assim antes, achou certo. E eu espero que você seja esperto de saber que não será a última. O que vale do filme? Poxa, você leu mais acima, não? Contente-se com isso.
Deixei pro fim o meu mais querido filme a ser comentado, Hairspray (2007). A pelicula demorou mais de 6 meses pra chegar nas lojas, mas existem coisas que valem muito a pena esperar. O musical é uma mistura de um filme cultuado da década de oitenta de nome homônimo do diretor (consagrado como “maldito” pelos gostos e histórias peculiares) John Waters (é dele o bom Mamãe É de Morte [1994]), e do musical que adveio do filme e figurou com sucesso por muito tempo na Broadway. Recheado de detalhes interessantes, como o fato de que a mãe da protagonista sempre tem de ser um homem e a personagem principal tem de ser uma estreante, o filme resgata todo o mito construído acerca da logística da história e acrescenta um vigor juvenil em sua repaginação. Encabeçado por John Travolta renascendo das cinzas (movimento constante do astro) em retorno ao gênero que o lançou – fazendo uma mãe de casa obesa, porém leve – e outra atriz que resolveu ressurgir, Michelle Pfeiffer, aliado ao talento abundante (literalmente) de Queen Latifah e Christopher Walken. Fora o elenco semi-estelar de coadvantes atuais como James “Ciclope” Marsden, Amanda Bynes (a bonitinha de Tudo o Que Uma Garota Quer [2003] e Ela É o Cara [2006]) e o “ban-ban-ban” maquiado Zac Efron (o moç(a) que protagoniza o fenômeno pop High School Musical). Na história Tracy, uma alegre e avoada gordinha tenta entrar para um desvirtuador programa de dança, mas, obviamente e infelizmente, não se “encaixa” aos padrões. Embora ela seja apaixonada pelo inatingível bonitão da escola, Link, é com a turma de minoria dos negros que ela aprende a dançar e vai em tentativa a “miscegenação” dos ritmos. Tudo no filme é muito simpático, alegre e convidativo – como pouquíssimos filmes conseguem ser – para não dizer redondo (com ou sem trocadilhos). Trunfo para o diretor Adam Shankman que tinha no currículo (acho que ele apagou depois) Operação Babá (2005) e o clássico infanto-juvenil (desmerecidamente) Um Amor Para Recordar (2002).
Para todos, fica a dica de ir se divertir um pouco ao som alegre de Hairspray, e não se deixar levar pelo mau humor habitual das pessoas que decidem locar em tempos chuvosos. Vá dançar, povo!

terça-feira, 18 de março de 2008

2001 - Uma Odisseia No Espaço (2001 - A espace Odissey)



É triste, mas o motivo de eu postar este filme é informar a morte de um dos grandes escritores da ficção cientifica, Arthur C. Clarke.... um dos inventores do genero, nos presenteu com 2001 e 2010, otimos filmes, que tiveram a sorte de ter direções absurdas, sendo 2001 dirigido pelo imortal, fantastico e insuperavel Instanley Kubrick. Arthur tinha 90 anos. 5 linhas de silencio por ele.











O roteiro do filme narra acontencimentos desde a pré-história, onde um misterioso monolito negro parece emitir sinais de outra civilização, interferindo no nosso planeta. Quatro milhões de anos depois, no século XXI, uma equipe de astronautas a bordo da nave Discovery é enviada a Júpiter para investigar o enigmático monolito. Fantastico! Qualquer coisa menos que isto o torna menor do que é.





10 Lobinhos!!!!





2001 - A Space Odyssey.avi

Os Novos Lançamentos e A Vitória do Pleonasmo!

Para iniciar um novo percurso das palavras dentro deste espaço, começo apresentando uma idéia nada brilhante: lançamentos. Para quem prefere discursos sobre relíquias fílmicas, “bombas” valorosas e demais fenômenos bem vindos do mundo da sétima arte, sem dúvida, sentira-se afetado.
Sem muito me preocupar com os mesmos que ainda choram, sigo a relação. Antes de tudo, não custa tentar explicar (para aqueles que ainda estão reclamando lá atrás – e para todos também) que resolvi fazer deste um assunto corrente (mas não criativo), pois se trata de uma semana de boas surpresas ao alcance da mão de – quase – todos.
Temos repousando nas prateleiras nada mais, nada menos que um “Robert Redford”, um “Michal Winterbottom”, um “Lars Von Trier” e um “Wes Anderson”. Querem mais?! Bom, aí só na sexta quando eu comentarei dos outros lançamentos...
Para quem não sabe, Robert Redford, mais conhecido como suposto pai biológico de Brad Pitt (vide Jogo de Espiões [2001] de Tony Scott), já ganhou o Oscar de melhor diretor nos idos da década de 80 por Gente Como a Gente (justo seu primeiro longa como diretor) e não figurava com a câmera nas mãos desde 2000 (com um filme pouco expressivo). Seu retorno marca sua veia política ressaltada, dessa vez às voltas com um assunto já tido como “ultra” lugar comum: a guerra no Iraque. Sua direção “acadêmica” – pejorativamente - pouco contribui em Leões e Cordeiros (2007), um daqueles filmes enraizados em diálogos precisos.
O roteiro de Matthew Carnahan (escritor de O Reino [2007] – em breve nas lojas) permeia três histórias simultâneas (sinto uma pitada de Arriaga – roteirista da “trilogia do caos”: Amores Brutos [2000], 21 Gramas [2003], Babel [2006]) que dão uma aula e tanto sobre o panorama atual do conflito, suas conjunturas políticas e seus possíveis – e desastrosos – próximos capítulos. Atuando em cena juntamente com Meryl Streep (cadeira vitalícia da Academia) e Tom Cruise (bonitinho esforçado) o filme tem lá seus momentos. A personagem de Streep cresce ao longo da trama, Cruise segura bem as pontas e Redford não faz feio. Contudo são os coadjuvantes – entre eles o queridinho latino Michael Peña de Crash (2004) e outros – que dão uma ótima apimentada a receita. Não é um filme dispensável, afinal toda essa gente reunida faz a diferença, porém, se você prefere não ver o que já vê assistindo ou lendo qualquer jornal atualmente, não se dê ao trabalho.
Bem diferente é o caso de O Preço da Coragem (2007) do pouco famoso, porém muito interessante Michael Winterbottom. O cineasta ergue sua carreira com filmes muitos bons, entre eles Bem Vindo À Sarajevo (1997), o intrigante Nove Canções (2004) e o imperdível Caminho Para Guantânamo (2006) – se bem que eu perdi esse filme. Menos “glamourizado” que o filme anterior, Winterbottom resgata Angelina Jolie de papéis fúteis e lembrados apenas por atributos físicos e a coloca em meio a uma das histórias mais desesperadoras da mesma guerra do Iraque: o famoso caso do jornalista Daniel Pearl. Como a esposa grávida e atormentada do jornalista em busca por respostas, Jolie é símbolo de personagens que causam forte empatia com o público sem cair na melo dramatização. Mesmo porque as sacadas do diretor e sua maneira peculiar de combinar ficção com algo documental, faz do longa eficaz e tocante. Um dos filmes que não só explica o que se passa nas terras de Bin Laden (como dito, qualquer outdoor hoje em dia é capaz), contudo analisa e reflete sobre as conseqüências reais e próximas. Película esquecida pela Academia.
Menos requisitados e conhecidos, porém ainda mais apetitosos aos fãs, estão dividindo espaço O Grande Chefe (2007) do polêmico Lars Von Trier (Dogville [2003] e Manderlay [2005]) e Viagem À Darjeeling (2007) de Wes Anderson.
Wes é diretor do inesquecível Os Excêntricos Tenenbaums (2001), que fica como lição de casa (inclusive para mim) assistir a esse filme para entender a literal viagem da mais recente película do cineasta. Embora eu o tenha perdido em seu restrito circuito, sei que o filme é muito mais introspectivo, para não dizer hermético. O convite é dado, sem dúvida, pelas presenças enigmáticas de Adrien Brody (vencedor do Oscar por O Pianista [2002] de Roman Polanski), Owen “suicida” Wilson (fadado as comédias sem graça) e Jason Schwartzman (o esquisito rei Luis XVI de Sofia Copolla na recente versão de Maria Antonieta[2006]).
Já o chamariz de O Grande Chefe é tão somente o diretor. Outro filme que passou rápido demais pelo circuito (me deixando para trás também), inova na maneira de ser dirigida (jura?!). Sem a pretensão e astúcia dos demais trabalhos do diretor, Trier simplesmente pôs pra funcionar um software que dadas as condições da locação, calculava uma determinada e suposta melhor maneira de se captar a imagem e o som. Aventurando-se pela sagacidade das comédias, o diretor quis propor com o trabalho (ou a falta dele) o mesmo ambiente de grandes escritórios e corporações: tudo é mandado fazer e o chefe mesmo, nunca ninguém vê.
Perto dessas grandes obras (umas mais outras menos) fílmicas, não cabe espaço para comentar a pouca importância de Antes Só do Que Mal Casado (2007) dos irmãos Farelly. Tendo em mãos o maestro em canastrice Ben Stiller, os irmãos derrapam mais uma vez para machucar o pobre gênero das comédias – pobre no sentido de coitado. Deles são os chatos Quem Vai Ficar com Mary? (1998) e Amor em Jogo (2005). Salvam-se Eu, Eu Mesmo e Irene (2000), que não seria nada sem Jim Carrey e Ligado em Você (2003) que coloca Greg Kinnear e Matt Damon colados. Ou seja, em termos de genialidade humorística e irônica, eles seriam quase o oposto aos irmãos Cohen.
Até sexta outros longas devem chegar as locadoras de todo Brasil (embora no Acre demore um pouco mais e na 25 de Março eles já sejam antigos) e eu retornarei tentando convence-los – por bem ou por mal – a assistirem. Ou não.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Corra Lola, Corra (Run Lola, Run)



8 Lobinhos

Run Lola Run (dixv)

Norbit (Norbit)

Putz, queria resenhar esse filme mas não acho a palavra....
qual era mesmo???? deixa eu pensar..... a sim!!!
E A PIOR COMEDIA QUE EU TIVE O DESPRAZER DE COLOCAR MEUS OLHOS CHEIO DE REMELA!!! EU O ODEIO COMO ODEIO UM CÃO SARNENTO E PREFIRO ENFIAR MEU POLEGARES EM MEU OLHOS DO QUE ASSISTIR ESSE LIXO ABSURDO NOVAMENTE!!!! ESPERO QUE O ROTEIRISTA E O GRUPO QUE APROVOU ESSE FILME FIQUEM ESTEREIS !!!!

ACHO QUE ERA ISSO... É SÓ.









1 Lobinho

Norbit[2007]DvDrip[Eng]-aXXo

Noite do Terror (See no Evil)



2 Lobinhos

See.No.Evil[2006]DvDrip.AC3[Eng]-aXXo

sexta-feira, 7 de março de 2008

Liga da Justiça - A nova Fronteira (Justice League - New Frontier)

Eu sempre tremo quando vejo saindo esses especiais.... a morte do supermam por exemplo foi horrivel!!!!Mesmo os seriados, como "O Batman" e Liga da Justiça Sem limites, tambem deixam um pouco a desejar às vezes com historinhas fracas e cliches. Não que esse especial não tenha clichês, ao contrário, está lotado deles, mas de uma forma muito bem elaborada e sem exageros, com varias homenagens, para que os fãs da DC nos aureos tempos sem matem de prazer.... Só peca talves pelo escesso de personagens pipocando na tela (Aquaman é super importante acreditem...) Lanço um desafio para acharem um cena de Watchmen no meio do desenho....
Esse especial mostra, de uma maneira mais adulta e tentando ser fiel ao que era quadrinho na decada de 50 e 60 conhecida como era de prata, o nascimento dos herois que conhecemos hoje, mais em particular Hal Jordan o maior lanterna verde de todos os tempos. Com vozes de David Boreanaz, Lucy Lawless(Lucy quem??? a Xena Animal!!!!), Joe Mantegna e Jeremy Sisto.









quinta-feira, 6 de março de 2008

Bee Movie - A Historia de uma Abelha (Bee Movie)

Esse eu estava esperando ansioso pois sou fã de Seinfeld, tendo assistido todas temporadas, e temo que tenha me desapontado com o desenho.... Não me levem a mal, ele é divertido e tem varias piadas fantasticas, mas peca em algumas cenas longas demais... mas vamos lá!
Jerry seinfeld é Barry B. Benson, uma abelha com o dilema de apos ter se formado na faculdade, ter de escolher um emprego para toda vida, sem possibilidade de mudança. Num surto resolve sair da colmeia e depois de muitas aventuras descobre que o mel que as abelhas fazem é vendido pelos humanos, que escravisam sua raça por lucro facil.... Então ele faz o que qualquer herói moderno faria... processa a raça humana!!!!Com vozes de Renee Zellweger, Matthew Broderick, John Goodman, Chris Rock e Katy Bates.






Bee Movie[2007]DvDrip[Eng]-FXG








quarta-feira, 5 de março de 2008

Onde Os Fracos Não Tem Vez (No Country for Old Men)

Imagine o seguinte: Você locou o filme que mais gosta e decidiu, de uma vez, ver todas as cenas cortadas do filme. Isso foi o que senti quando assisti esse filme dos antipaticos irmãos Coen (quem assistiu o oscar vai entender). Não me levem a mal... Sou fã deles... adorei, Braton Fink, A Roda da Fortuna e Matadores de Velhinhas... Mas não consegui gostar desse filme.... Por que? Bem vamos lá....

O filme trata de Llewelyn Moss, um cara que aparece no lugar errado, mas na hora certa e assim consegue uma bolada, mas por causa disso acaba com Anton Chigurh, um assassino filho da mãe sem coração atras dele. Anton é sangue frio, faz tudo para ter o que quer, e persegue, sem descanso, nosso pseudo-heroi por onde ele vá.... Esse não sesiste, querendo com o dinheiro ter uma vida melhor do lado da esposa... somente o bom e velho sonho americano... Bom roteiro, boa direção, atuaçao perfeita do Javier Bardem que encarna com maestria o assassino sem alma... mas o que me fez não gostar do filme? Simples, ele é experimental e cult demais.... não tem fim, começo, o anti-climax é muito exagerado ( a historia faz de tudo pra sempre fugir das cenas principais fazendo quem assiste o filme só consiga ver o que acontece depois que acontece...), e você tem a sensação de ter cenas faltando... fora aque a cena final trata de um Tommy lee Jones dizendo o quanto é antiquado e o quanto o mundo mudou e se tornou mais frio e violento... Nada tão incrivelmente (infelizmente) obvio... Num ano fraco de filmes merecedores de oscar, Nada como um campeão como esse.... Pena, pois com esse roteiros e a boa direção que geralmente tem os irmãos Coen, essse tinha tudo pra ser uma obra prima.... vamos ver ano que vem se academia para com essa mania de dar esses oscar de obrigação depois de dá-los 2 anos seguidos... tomara...




No.Country.For.Old.Men.2007.DvDRip.Eng-FxM






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