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Vou postar o filme, Foto e como puxá-lo pelo isohunt... aproveitem
Não existe no panorama literário atual nenhum autor ou autora que tenha proporcionado tanto marco na literatura norte-americana e/ou inglesa, e consequentemente mundial, por suas qualidades de escrita e narração de histórias cativantes, como houve outrora Jane Austen, Ernest Hemingway, Lewis Caroll, enfim, autores que foram, sem dúvida, discutidos, venerados, e no cinema, adaptados.
turam pelo mundo da escrita, vê sua irmã Cecília se despir na frente do caseiro Robbie. Obviamente, a pequena Briony não sabia que sua irmã era uma moça a frente do seu tempo, desafiadora das rígidas imposições sociais acerca da figura feminina que podavam as mulheres no início do século XX. E principalmente, ao flagrar Cecília ensaiando um sexo desajeitado na biblioteca da mansão com Robbie, ainda muito pequena, não podia imaginar que aquilo era amor. Se sabia, entretanto, nutria uma paixão platônica pelo namorado da irmã, mas não poderia supor que seu possível ato de um quase ciúme causaria tanta tristeza.
tadas para a estrutura de um filme. Pois é, foi o que aconteceu em 2007. O filme Atonement ficou a cargo da direção de Joe Wright, que havia anteriormente comandado a adaptação do romance Orgulho e Preconceito de Jane Austen. Wright realizou a árdua missão de transformar palpável todo um universo de questões existenciais, sociológicas e filosóficas propostas pelo livro, e conseguiu; Desejo e Reparação, nome que a película recebeu no Brasil, foi um dos filmes mais aclamados pela crítica no ano passado, concorrendo a sete prêmios Oscar – incluindo melhor filme – e abocanhando dois Globos de Ouro (melhor filme e trilha sonora) e dois Baftas (a versão britânica – e menos tendenciosa – do Oscar), o de filme e o de direção de
arte. Mesmo com um currículo de premiações invejável o filme foi injustiçado: merecia muito mais. A direção de Joe Wright foi fundamental para o sucesso do filme associado ao roteiro adaptado por Christopher Hampton. Tal união pôde proporcionar uma das melhores adaptações literárias do cinema contemporâneo, sendo eleita por vários críticos como praticamente perfeita. Realmente, é quase unânime tal apontamento, pois o ambiente composto, tanto de história, quanto de debate, por McEwan é fantástico e muito peculiar, afinal, como adaptar visivelmente uma história, sendo que a discussão dela é justamente a diferença dos pontos de vistas e com isso das distintas versões da verdade?
pouco vista no cinema. A menina, literalmente dá “vida” a personagem da história – tanto que por sua interpretação foi indicada ao Oscar) e a trilha sonora composta por Dario Marianelli agraciada com o Oscar deste ano, que mescla barulhos de uma máquina de escrever as músicas, criando um ambiente único para a narrativa, afinal, estamos falando entre outras coisas, fundamentalmente, do ofício da escrita e suas implicações (em qualquer instância).
a carregar a partir do momento que estragou vidas envolvidas em uma grande história de amor.
s no elenco Hilary Swank, ótima atriz que já arrebatou dois Oscar advindos de filmes muito bons: um por Meninos Não Choram (1999) e outro por Menina de Ouro (2004). Seu par póstumo no filme é Gerald Butler (ele morre no começo do filme, mas continua a aparecer em flash-backs), conhecido como o Leônidas do filme 300 (2006) ou como O Fantasma da Ópera (2004). A despeito de suas interpretações em papéis de homens grandiosos e fortes, em ‘P.S.’ ele faz um marido carinhoso e imprevisível, que prova que os homens tem falhas, mas tentam acertar – e muitas vezes conseguem, mesmo sem tempo. O trunfo do filme é justamente pela presença cativante dos dois e pelos números musicais entoados pela dupla. De resto, o filme – infelizmente – é mais do mesmo, e o restante do elenco que inclui Phoebe Buffay (isto é, Lisa Kudrow do seriado Friends), parece estar fora de ritmo (ou fora de forma).
ias de Noite (2007). O filme é também uma adaptação (ps: o filme ‘P.S.’ também o é), dessa vez de uma graphic novel, trazendo “a vida” a história de uma cidadela no Alasca que fica 30 dias em total escuridão, sem a presença do sol durante o inverno. Essa “lenda” é verdade, contudo a região passa muito mais tempo no escuro do que na história. Dando os descontos necessários, durante esse tempo uma legião ancestral de vampiros arma um esquema aprisionando todos os moradores na cidade e iniciando um banquete sem conseqüências. Até aqui nada de novo, o que o filme faz é colocar o espectador colado aos personagens em um clima de tensão pouco sucitado no cinema. A direção de David Slade de Menina Má.Com (2005) já apresentava, neste, um sufuco peculiar. Com as devidas diferenças, “30 dias” é superior ao primeiro filme do diretor e consegue nos deixar agoniados, coisa que os filmes de terror/suspense atuais já não fazem há tempo.
cante quanto essa história. Trata-se (surpresa!) também de uma adaptação, desta vez do livro de John Krakauer, a respeito da vida de Alex Supertramp, um candidato a “playboy”, bem nascido e graduado que resolve largar sua família, suas coisas e tudo o mais e andar pelo país em direção ao Alasca (o mesmo do filme acima!). Nesse caminho, além de encontrar figuras, como ele, tangentes a sociedade, ele passa por diversas situações que ao mesmo tempo em que o ajudam a engrandecer sua alma não corroboram pra sua força motriz inicial. Com várias performances interessantíssimas, com destaque para o mais do que promissor Emile Hirsch (príncipe atual dos filmes independentes como Os Reis de Dogtown [2005] e Heróis Imaginários [2004]) e Hal Holbrook, que foi indicado para a estatueta de ator coadjuvante este ano, o filme possui uma direção equilibrada e sensível, sendo ao mesmo tempo juvenil com uma trilha sonora beirando a perfeição apresentando músicas originais compostas por Eddie Vedder, líder de voz rouca e pronfuda do Pearl Jam. Não há nada para reclamar. Pelo menos por enquanto.
Dirigido pelo semi desconhecido Chris Weitz que havia feito antes algumas comédias bem presas ao gênero como Um Grande Garoto (2002), estrelada por Hugh Grant (deu pra captar o nível, não?) o filme tinha por missão ser a nova mina de dinheiro e público da produtora New Line, genitora da maior trilogia da história do cinema O Senhor dos Anéis. Contudo sua proximidade com a trilogia de sucesso cerrou-se em ser apenas advinda do mesmo lar. Adaptada também do primeiro livro de uma trilogia escrita por Phillip Pullman, A Bússola de Ouro apostou num elenco estelar, mas errou feio em recriar as questões elucidadas pelo autor. Nicole Kidman, Daniel Craig (atualmente conhecido como James Bond), Eva Green (conhecida também pela proximidade com James Bond – foi a última Bond Girl) não conseguiram ganhar o público que não comprou as idéias propostas.
me é pouco criativo, pois trata de uma epidemia que assolou o mundo deixando, principalmente, ‘New York’ abandonada e destruída. Você já viu isso antes (várias vezes), correto? Pois é. O filme inclusive foi adiado 5 anos, pois quando foi concebido surgiu nos cinemas o sucesso indie Extermínio (2002), dirigido com brilhantismo por Danny Boyle de Trainspotting (1996), o qual contava, por sua vez, a história de uma epidemia que se espalhou rápido pela Inglaterra, transformando todos em zumbis. Sem espaço então, para competir com a mesma idéia, Eu Sou A Lenda pode ressurgir nos dias atuais aliando-se a ótimos efeitos especiais. O diretor Francis Lawrence (que fez Constantine [2005]) soube construir uma história, que por mais avessa a realidade, parecesse plausível e sensata. O tom de desespero e solidão que imperam no filme traz uma carga de verossimilhança extremamente saudável pra história. O filme peca no visual dos “vampiros” criados pela epidemia – surgida a partir de uma mutação genética que visava a cura do câncer – pois eles não combinam nada com a realidade. Contudo acerta bonito na escolha da ótima atriz brasileira Alice Braga, que surge no final do filme para adicionar uma esperança a mais a história fatalista da película.
tles. As músicas da banda histórica servem para embalar o romance de Jude e Lucy, ele escocês que vem aos E.U.A em busca de seu pai e ela típica filha de classe média norte-americana que tem o primeiro namoradinho morto na, então, em ebulição, Guerra do Vietnã. Aliados ao irmão da garota, eles se mudam para uma Nova Iorque fervendo artisticamente, com o início de movimentos contra guerra e conflitos, entre eles, o forte e bonito movimento Hippie. Na Big Apple eles cruzam os caminhos com dois músicos que homenageiam simbolicamente artistas que influenciaram toda a geração nascente – assim como os Beatles – Jimmi Hendrix e Janis Joplin. Com participações especiais memoráveis de Bono Vox, Joe Cocker e Eddie Izzard o filme monta uma esfera onírica em contraponto a dura realidade da juventude do período, desfilando belas releituras das canções já bem conhecidas com um visual afiado e cativante. Um trunfo muito bem vindo de uma safra fílmica que tem se tornado cada vez mais morna e padronizada. No elenco estão a bela Evan Rachel Wood (indicada ao Globo de Ouro por seu papel no controverso em Aos Treze [2003]), e os promissores Jim Sturgess, em exibição encabeçando o elenco de Quebrando a Banca (2007) e Joe Anderson, que interpretou recentemente o sobrinho mimado de Beethoven em O Segredo de Beethoven (2006).
é, por assim dizer, de peso. Trata-se de Os Indomáveis (2007), refilmagem do filme homônimo de 1957, desta vez dirigido por James Mangold, diretor do competente Johnny e June (2005). Pela segunda vez consecutiva seus filmes sofrem com a “brilhante” tradução brasileira e perdem a beleza de seus títulos originais. Os Indomáveis é na verdade 3:10 To Yuma e remonta ao que o filme realmente quer dizer: a luta contra o tempo. E Johnny e June tem por título Walk The Line, nome de uma das ótimas canções de Johnny Cash e que, também, tem muito mais a ver com a cinebiografia sofrida do artista, isto é, ande na linha.
enor, mas de igual talento vista em Estrada Para Perdição [2002]) e o enfadonho – mas fofinho – Jack Black. Margot e o Casamento (2007) é a mais recente realização do polêmico e sem meios termos, Noah Baumbach, indicado ao Oscar pelo roteiro de seu anterior – e excelente – filme A Lula e a Baleia (2005). Ele regressa ao ambiente familiar caótico e disfuncional para vivenciar o drama de uma escritura que tem de voltar a casa em que cresceu, para o casamento de sua irmã mais nova – com a qual não falava há um tempo - atual proprietária do lar. Em meio a memórias e frustrações, Margot tem de lidar com sua ineficiência eminente como mãe do garoto andrógino Claude, o fim do seu casamento e o caso com um colega de trabalho e também escritor, motivo real dela ter ido até sua cidade natal.
Existem milhares de filmes de escola. poucos se destacam de verdade. exemplos que sempre lembro são: Sociedade dos Poetas Mortos, Mentes Perigosas, Clube dos Cinco e o mais recente Escritores da Liberdade. Mas poucos tem a profundidade de Bang Bang, um filme forte, poderoso e que aborda um assunto super pesado, o de alunos que matam outros alunos. O filme é fantastico, verdadeiro e muito bem dirigido(Guy Ferland , do horrível Dirty dancing 2) tendo Ben Foster ( o anjo de x-men 3) e Thomas Cavanagh (que eu saiba só fez porcaria como o drama/terror sublime) no elenco.
nada expressivo antes deste filme – nem suas atuações perdidas em filmes diversos – e que finaliza recentemente Hancock o novo filme de Will Smith (que Deus tenha piedade de não traduzirem como “Meu Super Ex-Namorado”).
Embora Clooney realmente exalasse potencial artístico e genuíno dentro de uma indústria fadada a lugares comuns, naquele tempo já se apresentava uma posição demasiadamente exaltiva ao trabalho do ator-cineasta. Tal exacerbação pode ser comprovada com o seu recente trabalho. Mesmo que em Conduta de Risco, Clooney apenas atue (e bem – ponto), seu “toque de Midas” fez o filme emergir como um dos thrillers dramáticos de micro-política, mais bem realizados nos últimos tempos. O que não é! O filme embora conte com um roteiro eficaz e atuações fortes (Tilda Swinton levou a estatueta este ano como atriz Coadjuvante e Tom Wilkinson foi ainda mais merecidamente indicado, embora não tenha levado) é prático demais na direção. Existe certa economia nas cenas e pouca ousadia. Tal estaticidade perante o sagaz roteiro (problema interno do diretor-roteirista, que deve ter ficado muito mais “apegado” ao roteiro esquecendo de unir o ritmo do filme) não justifica as indicações que o filme recebeu para diretor e filme. Ficamos gratos que a megalomania com a presença de George Clooney tenha ficado por aí, pois acredite, dois dias depois de assistido, nada perdura.
a estatueta da Academia em 2006 por Johnny e June (2005). O filme conta a inusitada história de uma garota herdeira de uma maldição familiar que a fez nascer com traços suínos. A mãe super protetora e neurótica esconde a filha do mundo anunciando sua morte e a mantém trancafiada em casa. Na adolescência a menina se expõe, e a mãe, para contornar anos de mentira, resolve arranjar lhe um pretendente a força; o problema é que todos fogem. Até que um deles, pouco envolvido com a história de fato, encanta-se com Penélope e a azarada moça decide se desprender dos grilhões familiares. O mote é básico, porém o que cativa no filme (além de uma fotografia muito bonita – que se encaixa perfeitamente, trazendo elementos góticos ao fantástico da história) são as construções dos personagens e suas relações. Embora seja praticamente um conto de fadas, as pessoas são reais, suas dificuldades e seus dilemas são plausíveis e seus relacionamentos francos. Fora que, a cereja do bolo do roteiro não está em tentar moralizar a platéia sobre as possibilidades discriminatórias de uma garota estranha, mas sim sobre o abuso negativo da imagem e das pessoas pelo circo midiático.
va faltou comentar Santos e Demônios (2007) do diretor estreante Dito Montiel, que traduz para a película sua autobiografia. No elenco se misturam nomes de boas gerações antigas como Robert Downey Jr. (em ótima fase) e Dianne Wiest (mais lembrada como a benevolente vendedora da Avon em Edward Mãos de Tesoura [1990]; embora tenha feito o “clássico” dançante Footlose [1984]), com promissores astros contemporâneos como Shia Labeouf (o mais novo queridinho de Hollywood), Rosario Dawson (que esteve, entre outros filmes, em Sin City [2005] e O Balconista 2 [2006]) e menos badalado Channing Tatum que fez – pois é – Ela Dança, Eu Danço (2006). O filme, segundo consta, tem como mérito justamente a naturalidade das situações e atuações, contando uma história um tanto batida, um menino que cresceu em bairro pobre e deu certo na vida, de modo franco e conectado as mudanças deste mundo caótico atual.
ação de prêmios, o filme ainda conta com a protagonização de três figuras presentes – e ganhadoras – da estatueta mais cobiçada: Tommy Lee Jones (que venceu por O Fugitivo [1993] e foi indicado este ano justamente por este filme), Susan Sarandon que embora não compareça a festa (nem é convidada) há algum tempo devido a algumas desavenças políticas, já ganhou o Oscar pelo ótimo Os Últimos Passos de Um Homem (1995) e Charlize Theron que venceu recentemente por Monster – Desejo Assassino (2003).
otagonista sempre tem de ser um homem e a personagem principal tem de ser uma estreante, o filme resgata todo o mito construído acerca da logística da história e acrescenta um vigor juvenil em sua repaginação. Encabeçado por John Travolta renascendo das cinzas (movimento constante do astro) em retorno ao gênero que o lançou – fazendo uma mãe de casa obesa, porém leve – e outra atriz que resolveu ressurgir, Michelle Pfeiffer, aliado ao talento abundante (literalmente) de Queen Latifah e Christopher Walken. Fora o elenco semi-estelar de coadvantes atuais como James “Ciclope” Marsden, Amanda Bynes (a bonitinha de Tudo o Que Uma Garota Quer [2003] e Ela É o Cara [2006]) e o “ban-ban-ban” maquiado Zac Efron (o moç(a) que protagoniza o fenômeno pop High School Musical). Na história Tracy, uma alegre e avoada gordinha tenta entrar para um desvirtuador programa de dança, mas, obviamente e infelizmente, não se “encaixa” aos padrões. Embora ela seja apaixonada pelo inatingível bonitão da escola, Link, é com a turma de minoria dos negros que ela aprende a dançar e vai em tentativa a “miscegenação” dos ritmos. Tudo no filme é muito simpático, alegre e convidativo – como pouquíssimos filmes conseguem ser – para não dizer redondo (com ou sem trocadilhos). Trunfo para o diretor Adam Shankman que tinha no currículo (acho que ele apagou depois) Operação Babá (2005) e o clássico infanto-juvenil (desmerecidamente) Um Amor Para Recordar (2002).
interbottom. O cineasta ergue sua carreira com filmes muitos bons, entre eles Bem Vindo À Sarajevo (1997), o intrigante Nove Canções (2004) e o imperdível Caminho Para Guantânamo (2006) – se bem que eu perdi esse filme. Menos “glamourizado” que o filme anterior, Winterbottom resgata Angelina Jolie de papéis fúteis e lembrados apenas por atributos físicos e a coloca em meio a uma das histórias mais desesperadoras da mesma guerra do Iraque: o famoso caso do jornalista Daniel Pearl. Como a esposa grávida e atormentada do jornalista em busca por respostas, Jolie é símbolo de personagens que causam forte empatia com o público sem cair na melo dramatização. Mesmo porque as sacadas do diretor e sua maneira peculiar de combinar ficção com algo documental, faz do longa eficaz e tocante. Um dos filmes que não só explica o que se passa nas terras de Bin Laden (como dito, qualquer outdoor hoje em dia é capaz), contudo analisa e reflete sobre as conseqüências reais e próximas. Película esquecida pela Academia.
u rápido demais pelo circuito (me deixando para trás também), inova na maneira de ser dirigida (jura?!). Sem a pretensão e astúcia dos demais trabalhos do diretor, Trier simplesmente pôs pra funcionar um software que dadas as condições da locação, calculava uma determinada e suposta melhor maneira de se captar a imagem e o som. Aventurando-se pela sagacidade das comédias, o diretor quis propor com o trabalho (ou a falta dele) o mesmo ambiente de grandes escritórios e corporações: tudo é mandado fazer e o chefe mesmo, nunca ninguém vê.
Eu sempre tremo quando vejo saindo esses especiais.... a morte do supermam por exemplo foi horrivel!!!!Mesmo os seriados, como "O Batman" e Liga da Justiça Sem limites, tambem deixam um pouco a desejar às vezes com historinhas fracas e cliches. Não que esse especial não tenha clichês, ao contrário, está lotado deles, mas de uma forma muito bem elaborada e sem exageros, com varias homenagens, para que os fãs da DC nos aureos tempos sem matem de prazer.... Só peca talves pelo escesso de personagens pipocando na tela (Aquaman é super importante acreditem...) Lanço um desafio para acharem um cena de Watchmen no meio do desenho....





